segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Assim qualquer um sabe governar

Assim qualquer um sabe governar

Os esforços exigidos e os que se anunciam não têm qualquer justificação. São uma teimosia de um monetarista que não se interessa pelas causas do défice, mas simplesmente pelo seu equilíbrio, para “recuperar a confiança dos mercados”, afirmação que por si só revela na actualidade, “uma completa falta de percepção do que se está a passar na economia internacional”.

Pedro Lains compara as propostas de Vítor Gaspar com o “ajustamento profundo” do Chile nos anos 1980, para concluir que a sua estratégia está “profundamente desactualizada e mesmo errada”.

Vítor Gaspar terá perdido a legitimidade para conduzir a política económica quando utilizou “uma carta fora do baralho: a contracção sem limites de salários - e mais aumento de impostos. Assim qualquer um sabe governar”.

Há alternativa? Claro que há. A primeira coisa a fazer é “começar por reconhecer as causas das coisas”.


1. Verifique que tomar medidas sem ter em consideração as causas dos fenómenos é revelador de uma atitude doutrinária.


2. Indique os pontos em comum apontados por Pedro Lains entre a actualidade de Portugal e o Chile dos anos 1980. O  rendimento per capita é baixa,   o país era então uma ditadura; não estava integrado num espaço económico e monetári alargado.
3. Justifique o título do artigo “Uma carta fora do baralho”.
A contracção sem limites de salários - e mais aumento de impostos e por isso qualquer um de nós sabe governar.
4. Em Economia, antes de tomar decisões é necessário “começar por reconhecer as causas das coisas”. Mostre a necessidade de uma atitude científica para resolver os problemas económicos.


5. Critique dois aspectos da agenda de transformação estrutural da economia portuguesa referidos no artigo de Nicolau Santos, abaixo.
A Flexibilização do mercado de trabalho permite-nos trabalhar com regras cada vez mais próximas dos chineses e a reforma do sistema judicial  até agora não tivemos nenhuma noticia.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

O papel económico do Estado

Explícita as principais funções económicas do Estado.
O  Governo aumenta a eficiência ao promever a concorência, ao combater a esternalidades, como a poluição e ao fornecer bens publicos.
O Governo promoce equidade ao usar imposto e programas de dispesas e redistribuir o rendimento aos grupos especifícos.
O Governo estimula o rendimento e a estabilidade macro-económicas- reduzindo o desemprego e a inflação enquanto estimula o crescimento económico através da política orçamental e da regulação monetária.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

A Mâo Invisível de Adam Smith

1. O que entendes por “Mão Invisível”?  Serve para descrever como numa economia de mercado, apesar da inexistência de uma entidade coordenadora do interesse comum, a interação dos indivíduos parece resultar numa determinada ordem, como se houvesse uma "mão invisível" que os orientasse.

2. Sob certas condicionantes restritivas, uma economia concorrencial é eficiente. Explicita o que se entende por uma economia produzir eficientemente.
Diz se que uma economia se encontra em plena eficiência quando não é possível melhorar bem estar de um agente sem piorar o bem estar do outro.
3. Se a “Mâo Invisível” funcionar eficientemente, a intervenção do Estado na economia quase de certeza que é prejudicial. Justifica.

4. Identifica os três motivos que Samuelson refere de alcance limitado para a doutrina da “Mâo Invisível"

 Falhas do mercado: um conjunto de falhas de mercado tem a ver com monópolios e outras formas de concorência imperfeita; Externalidade do mercado:  externalidade possitivas como  as descobertas científicas e esternalidades negativas como a poluição. Repartiçao do Rendimento: quando  ocorre qualquer um desses aspetos, a doutrina da mão invisível de Adam Smith deixa de funcionar e o governo será tentado a corrigir a falha.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

1. Verifique que a intervenção do Estado na economia não é consensual.
laissez-faire como doutrina que defende que o Estado deveEstado-Providência defende em simultâneo com o 
O texto destaca duas perspectivas de encarar a intervenção do Estado na
economia: (1) o
interferir o menos possível nos assuntos económicos e deixar as decisões
económicas para compradores e vendedores; (2) uma posição mais
intervencionista, designada
mercado, os governos regulem a actividade económica, estejam atentos às
condições sociais proporcionando pensões, cuidados de saúde e outros apoios às
famílias pobres.
2. Explicite os fundamentos ideológicos das posições doutrinárias apresentadas por SAMUELSON.
Estas duas perspectivas de encarar a intervenção do Estado na economia não têm
em si mesmas qualquer fundamento. Há aqueles que preferem acreditar nos
mecanismos de mercado, como há aqueles que preferem acreditar num Estado
regulador. Nenhum destes modelos “puros” jamais funcionou em qualquer
economia.
3. Relacione a globalização das economias com a viragem assinalada por volta dos anos 1990.

4. São elementos constitutivos do Estado a população, o território e o poder político.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Estado
Define-se como Nação a reunião de pessoas, da mesma raça, falando o mesmo idioma e tendo os mesmos costumes, formando, assim, um povo, cujos elementos componentes trazem consigo as mesmas características raciais e se mantêm unidos pelos hábitos, tradições, religião, língua e consciência nacional.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Na%C3%A7%C3%A3o

a) Defina Estado.
organização política de uma comunidade num território.
b) Explique a tendência de uma Nação pretender constituir o seu Estado.
Uma Nação constitui uma comunidade cultural, com traços específicos que
permitem distingui-la das restantes. É natural que pretenda decidir o seu futuro
colectivo e afirmar-se como entidade no seu da comunidade internacional, o que
apenas poderá fazer se se encontrar organizada como Estado independente,
soberano no seu território sobre a sua população.

c) Dê exemplos de Estados que não correspondem a Nações.
Estado de Vaticano Estados Unido, Mónaco.

d) Dê exemplos de Nações que não constituíram os seus Estados.
Palestina, País Basco, Cataluna .

5. Consulte a
Constituição da República Portuguesa.
a) Identifique os órgãos de soberania do sistema político português.
Tribunais, Presidente da República, Assembleia da República, Governo.

b) Indique as competências genéricas de cada órgão.
Tribunais: Poder judicial consiste em dirimir conflitos.
P.Replública: Tem poder para disolver a Ansembleia da República.
Assembleia da Repúbilca: Tem poder legislativo.
Governo: Tem poder executivo, ou administrativo.
c) Identifique o órgão com maior poder em termos de condução da política económica.
  Compete ao Governo  a condução da política económica, após aprovação do
Orçamento na Assembleia da República.

d) “O Governo é politicamente responsável perante a Assembleia da República e o Presidente da República”. Explicite o significado desta expressão.
O Governo é politicamente responsável perante a Assembleia da República
significa que a AR o pode demitir se aprovar uma moção de censura ou não
aprovar uma moção de confiança.
O Governo é politicamente responsável perante o Presidente da República
significa que este pode demitir o Governo e tentar encontrar outras soluções
governativas. O PR também pode dissolver a AR, convocando novas eleições.

6. O esquema abaixo apresenta as funções do Estado. Estas podem ser entendidas em diversos graus:
1. Funções mínimas, ou Estado Polícia, que apenas assegura a ordem e providencia bens públicos;
2. Funções intermédias, preocupando-se com externalidades, regulamentando monopólios, proporcionando o chamado Estado-Providência (subsídios diversos do nascimento até à morte), regulamentando Instituições Financeiras, Protecção do Consumidor e o exercício das profissões;
3. Funções do tipo intervencionista, quando coordena a actividade privada, dinamiza a economia promovendo políticas económicas que minimizem as fases depressivas dos ciclos económicos e redistribui o rendimento de modo equitativo.





6.1. Explicite os seguinte conceitos:
a) Estado Polícia;
Tem funções nucleares
b) Estado-Providência;
Dinamizar a economia
c) Estado intervencionista;
Promover uma repartição de rendimento equalitativa.
d) Bens públicos;
Dizemos que é um bem público quando uma vez provido pelo estado fica disponível para a generalidade dos cidadãos sem hipotese de escluir alguns do acesso ao mesmo. EX: uma estrada nacional.e) Externalidades.
É quem dita as leis.


6.2. Mostre que a educação têm externalidades positivas

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

apresentação

Ola a todos este é o nosso blog, é aqui que que resolvemos os ecercícios solitados pelo o nosso "stor" de económia José Neto.
Esperamos que gostem!!!


Carmen e Cláudia...